Main Menu

Anvisa recomenda a brasileiros em viagem à Alemanha que evitem consumo de vegetais crus


A orientação é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Saúde e tem o objetivo de prevenir a contaminação pela bactéria E.coli
A orientação é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Saúde e tem o objetivo de prevenir a contaminação pela bactéria E.coli

Os brasileiros em viagem à Alemanha devem evitar o consumo de vegetais crus, em especial pepinos, tomates e alfaces. A orientação é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Saúde e tem o objetivo de prevenir a contaminação pela bactéria E.coli que já matou 18 pessoas na Europa, principalmente na Alemanha.

Nesta sexta-feira, o centro de controle de doenças da Alemanha informou que já fora registrados 199 novos casos nos últimos dois dias de uma rara e mortal variante da bactéria E. coli. Até agora pelo menos 18 pessoas já morreram por conta do microorganismo.

Com os novos dados, cresce para 1.733 o total de casos desde 1º de Maio. O Instituto Robert Koch informou em nota que 149 casos de infecção por E.coli foram registrados, e outros 50 por síndrome hemolítico-urémica causada pela bactéria.

De acordo com a Anvisa, a contaminação é de uma cepa rara que é encontrada normalmente no intestino de humanos e de animais. Essa variação da bactéria pode causar doenças graves transmitidas por alimentos a partir da produção de uma toxina. A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu relatório informando um total de 1.823 casos de contaminação notificados na Europa desse tipo de E.coli.

Em nota, a Anvisa declarou que “ as informações estão sendo acompanhadas em tempo real pelas autoridades brasileiras” e, até o momento, “não serão adotadas medidas restritivas”. Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), O Brasil não importa dos países europeus nenhum dos três tipos de alimentos indicados como fontes mais prováveis de contaminação.

Os principais sintomas da contaminação são cólicas abdominais severas e diarreia, podendo evoluir para diarreia sanguinolenta, além de vômitos e febre. A maioria dos pacientes se recupera em dez dias, mas em pessoas mais vulneráveis a doença pode agravar-se levando à Síndrome Hemolítica Urêmica (SHU),caracterizada por falência renal aguda e anemia.







Comments are Closed