Polícia reconstitui morte da menina que foi sacrificada no Centro de Umbanda
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A Polícia Civil fez na tarde desta quinta-feira (18/06) a reconstituição do crime do caso da morte da menina Natasha Reis Teixeira, de 7 anos, ocorrida no último dia 06 deste mês. O padrasto da menina chegou a ser detido acusado de ser o autor do crime, mas já foi liberado.
De acordo com o delegado Geraldo Rangel, responsável pelo caso, houve novos levantamentos após a prisão do padrasto. Após a reconstituição, o delegado deve encerrar o inquérito e pedir a prevenção preventiva de dois suspeitos, que serão indiciados por homicídio doloso qualificado.
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Durante o trabalho da polícia nesta quinta-feira (18/06), os arredores da casa onde possivelmente teria acontecido um ritual de um Centro de Umbanda situado no Parque Aurora, foram isolados e moradores do bairro acompanharam de longe a reconstituição do crime. Os investigadores representaram os acusados, e uma boneca foi utilizada no lugar da menina.
A mãe da menina e uma mulher que é dona de um Centro de Umbanda, deverão ser indiciadas (responsabilizadas criminalmente pela morte). Segundo o delegado, a mãe de Natasha presenciou a “Mãe de Santo” incorporar um espírito e esganar a menina.
Exames no Instituto Médico Legal (IML) concluíram que a morte ocorreu por “esganadura”. A irmã de Natasha, que não foi identificada, esteve na reconstrução.
(*) Com informações e Fotos de Filipe Lemos/Campos 24 Horas
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