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Seca castiga Itaperuna e região Noroeste do Rio de Janeiro

 
 

Rio Muriaé seco

A chuva não cai por um bom tempo e a situação a cada dia se torna mais crítica deixando produtores rurais praticamente em pânico. Até o Rio Muriaé que é o principal rio da região já sofre com a seca. Aperibé, Bom Jesus do Itabapoana, Cambuci, Italva, Itaocara, Itaperuna, Laje do Muriaé, Miracema, Natividade, Porciúncula, Santo Antônio de Pádua, São José de Ubá e Varre-Sai são municípios que têm sentido o gosto amargo da seca e alta temperaturas que afligem a região. Os moradores destas cidades deparam a todos instantes diante da erosão do solo e muitos proprietários de terra abandonam as poucas plantações existentes. Mais de 80% do território dos municípios hoje, se tornaram em área de pastagem e as florestas que ainda existiam no século XVIII deram lugar as pastagens modificando demasiadamente o ecossistema da região.

Segundo estudos realizados, o Noroeste terá a necessidade de reflorestar um total de 765 quilômetros quadrados ao custo estimado de R$ 100 milhões. Em Itaperuna seria exigido o montante de R$ 20 milhões de investimento para recompor 160 quilômetros quadrados de área. Quem passa pela BR-356 pode ver o resultado da degradação ocorrida há séculos. O Rio Muriaé antes navegável desde a sua foz até a região de Itaperuna, hoje se pode atravessar a pé.

A solução seria um programa de recuperação da mata ciliar, liderado pelos governos federal e estadual abrangendo toda a região que está a um passo da desertificação. Outra preocupação é com as fontes que por causa do desmatamento, em sua maioria, tem secado. Os órgão de repressão a estas atividades têm agido na região mas, a necessidade de recuperar as áreas degradadas é de caráter urgentíssimo.

Por Marcos Vinicio Dias Ribeiro

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