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Troca de tiros no Réveillon de Copacabana deixa 15 feridos

 
 

Troca de tiros no Réveillon de Copacabana deixa 15 feridos

Um homem, identificado como Adilson Rufino, 34 anos, discutia com a mulher, no Réveillon de Copacabana, no Rio de Janeiro, e no meio da confusão retirou a arma de um dos policiais que foi ver o que acontecia. Um tiroteio iniciou e ao menos 15 pessoas foram feridas e levadas, segundo nota da Polícia Militar, para os seguintes hospitais: Copa D’or, Hospital Miguel Couto, Hospital Souza Aguiar, Hospital Lourenço Jorge e UPA de Copacabana.

Entre os feridos estão o comandante do 19º BPM (Copacabana) tenente-coronel Ronal Langres Santana, um sargento de folga lotado na Diretoria Geral de Pessoal (DGP) e um guarda municipal. Os policiais feridos foram transferidos em seguida para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM). O comandante do 19º BPM foi medicado e liberado, enquanto o sargento segue internado, seu estado é estável.

De acordo com a Secretaria municipal de Saúde, além de Adilson, outras quatro pessoas feridas foram levadas para o Hospital Miguel Couto. Maria Clara Freitas sofreu fraturas, foi operada e vai ser transferida para um hospital particular. Outras três vítimas foram medicadas e liberadas em seguida. São elas: Renato Resse, que levou um tiro no ombro, e Luci da Silva e Carolina Sales, que foram atingidas por estilhaços.

Rosilene de Azevedo, 37 anos, a mulher de Adilson, disse na delegacia que estava sendo enforcada pelo marido quando os policiais o abordaram para apartar a briga.

Troca de tiros no Réveillon de Copacabana deixa 15 feridos

“Foi ciúmes do meu marido. Ele estava me enforcando e pedi socorro para a polícia. Eles chegaram batendo nele e não precisavam ter feito isso. Acabou tomando a arma de um dos policiais”, contou Rosilene, que, além do marido, estava acompanhada por duas crianças no momento do tiroteio.

O tiroteio aconteceu na altura da Rua República do Peru. O chão ficou sujo de sangue e foi isolado pela PM.

Às 3h30 desta quarta-feira (1), a mãe de uma das vitimas atingidas no tiroteio, Luciana Resse aguardava o filho, Renato, de 15 anos, no Hospital Miguel Couto. Ela confirmou que os disparos aconteceram após uma briga de casal, e que um homem se atracou com um PM e acabou sacando uma arma.

“Ele saiu atirando pra todo lado”, disse Luciana.

Em nota, a Polícia Civil informou que a 12ª DP (Copacabana) investiga as circunstâncias da troca de tiros. Adilson Rufino está internado sob custódia. Ele foi autuado em flagrante pelos crimes de violência contra a mulher (Lei Maria da Penha) e por tentativa de homicídio. Os oito PMs envolvidos na ação já foram ouvidos e todas as armas apreendidas e encaminhados à perícia. A polícia aguarda a recuperação das vítimas para serem ouvidas e solicitou imagens de câmeras de segurança instaladas na região.

(*) Com informações do G1 e Agências

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