Mediadora de conflitos do AfroReggae foi sequestrada e morta no Rio de Janeiro

Segundo representantes da ONG, Tânia foi sequestrada na quinta-feira (10/11) em sua casa, na rua São Bartolomeu, no bairro de Vigário Geral, na zona norte. Ela estava com a mãe e uma amiga, quando dois ou três homens, que chegaram a bordo de um Gol branco, invadiram a residência. Nenhum pertence de Tânia foi levado. Ela trabalhava no AfroReggae havia sete anos. Era casada, tinha três filhos sendo um deles de um ano de idade.
A assessoria de imprensa da ONG AfroReggae informou no final da tarde desta sexta-feira (11/11) que a mediadora de conflitos da entidade Tânia Cristina Moreira, de 44 anos, sequestrada na última quinta-feira (10), foi assassinada e o corpo encontrado em Campos Elíseos, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
Tânia integrava um grupo de aproximadamente 20 pessoas especializadas em conversar com criminosos para diminuir a violência, conflitos entre facções e trabalhar na rendição dos mesmos.
A ONG ainda não tem informações sobre os motivos do crime. O caso está sendo investigado pela delegacia de Brás de Pina (38ª DP) e pela Divisão Anti-Sequestro (DAS).
É o segundo integrante do AfroReggae a ser assassinado nos últimos dois anos. No dia 8 de outubro de 2009, o coordenador da ONG, Evandro João da Silva foi morto durante um assalto no centro da capital.
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